mato grosso do sul

Candidatos OAB MS 2021

Pré-candidatos à OAB/MS avaliam modelo de trabalho home office na advocacia

Em poucos dias, profissionais e empresas tiveram que se reinventar devido a pandemia de Covid-19 que assola o mundo desde o ano passado, e com o setor jurídico não foi diferente. Com medidas de distanciamento social, restrição no horário de funcionamento e de capacidade para atendimento e, em alguns casos, o lockdown, órgãos públicos, como tribunais e promotorias, e escritórios precisaram migrar para um remoto e não presencial.

Em Mato Grosso do Sul, com implementação de processos digitais e o advento da tecnologia, o trabalho em home office já era discutido entre os representantes da advocacia, mas em dias deixou de ser um debate e tornou-se uma realidade na vida dos profissionais do Direito.

Neste cenário, o Sala de justiça conversou com os pré-candidatos à futura presidência da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul), para o próximo triênio, para conhecer qual a opinião deles sobre este novo modelo de trabalho dos advogados.

A reportagem ouviu os advogados Giselle Marques, Luís Claudio Bito e Rachel Magrini. Os pré-candidatos responderam as mesmas perguntas e foi definida a ordem alfabética como critério para as respostas.

Sala de Justiça – Qual a sua avaliação sobre o trabalho em home office?

Giselle Marques

“Há pontos positivos, como é o caso da comodidade e da praticidade, além dos bons resultados para o meio ambiente, pois menos veículos rodando nas ruas influencia sobremaneira a diminuição da poluição. Mas também há aspectos negativos, pois no contexto da pandemia o profissional se viu, de forma abrupta obrigado, a inserir no seu ambiente doméstico o escritório de advocacia. Como as aulas presenciais foram suspensas em muitas escolas, o cuidado com os filhos ao mesmo tempo em que se é obrigado à realização de audiências consiste em um desafio a mais, sem falar nos custos que foram transferidos das empresas e dos órgãos públicos que adotaram o sistema home office para as residências dos profissionais.

Luís Claudio Bito

O home office tem dois momentos, um antes da pandemia e outro durante a pandemia. O antes da pandemia era criticado pela nossa classe, mas daí veio a pandemia e todo esse ambiente virtual acabou se tornando a única alternativa para a não paralisação completa do Poder Judiciário, ou seja, o que era antes algo impensável hoje se tornou uma realidade momentânea que acaba atendendo parcialmente às necessidades da comunidade jurídica.

Rachel Magrini

O medo inicial de que o home office diminuísse a produtividade e inviabilizasse a advocacia foi superado e a maioria dos advogados e advogadas adaptou-se a trabalhar remotamente. Entretanto, uma significativa parcela de colegas enfrenta grandes dificuldades, especialmente de acesso adequado à tecnologia e internet de qualidade. Em outros casos, um único computador em casa deve ser dividido com as aulas online das crianças, além da falta de habilidade com diversas plataformas, sistemas e inovações tecnológicas.

Sala de Justiça – Em sua análise, o que a OAB/MS pode fazer no sentido de informar, promover ou ajudar os profissionais neste momento de adaptação?

Giselle Marques

A OAB MS deve promover um levantamento sobre as condições que advogadas e advogados possuem para o exercício da atividade profissional pelo sistema home office, a fim de identificar as maiores fragilidades, como por exemplo, falta de acesso a bons equipamentos, problema que atingiu fortemente os advogados em geral, e em especial os empregados e os que exercem a advocacia em órgãos públicos, os quais nem sempre possuíam computadores aptos à nova realidade. A OAB pode buscar linhas de financiamento a juros baixos para que os advogados adquiram computadores com configurações mais avançadas. Além disso, deve buscar o diálogo com os tribunais, pois durante os períodos de lockdown em Campo Grande, foram suspensas as atividades presenciais, mas os prazos no TJ MS continuaram a fluir. Foi um descompasso total, e a OAB/MS precisa agir para evitar isso.

Luís Claudio Bito

Por óbvio que, com o fim da pandemia, tiraremos uma lição do que serve e o que não servirá para a Advocacia. Nessa quadra, o papel da Ordem é de canalizar todas as necessidades de adaptação para o exercício profissional, acompanhando as mudanças e fazendo com que todos possam se utilizar das ferramentas digitais colocadas à disposição, mesmo porque não são todos que possuem estrutura suficiente da parte de informática e acessibilidade de rede para um exercício profissional completamente satisfatório, o que ao meu ver, atualmente tem sido bem atendido pela OAB/MS com os espaços coworking na capital é interior, mas que por óbvio deverá ser melhorado ao longo do tempo e também pós pandemia.

Ademais, vivemos hoje tempos muito diferentes, em que a adaptação tem que ser muito rápida ao novo modelo de atuação da advocacia. Penso que, assim como tem sido feito atualmente, a ESA/MS e as nossas Comissões da OAB/MS exercem um papel fundamental no sentido de realizar eventos, ainda que virtuais, que levem a toda Advocacia as novidades em termos de tecnologia que facilitem o trabalho da nossa classe.

Rachel Magrini

Certamente, a transformação digital acelerada pela pandemia, permanecerá após o seu fim, em razão de seus inegáveis benefícios. Por esse motivo, a OAB precisa dar atenção especial a essa questão, garantindo o efetivo exercício da advocacia. A Ordem deve auxiliar as advogadas e advogados em todas as dificuldades tecnológicas, promovendo não apenas cursos com as instruções, mas também oferecendo assistência direta pela TI (tecnologia e informação) da instituição.

Quando fui secretária geral da OAB/MS, houve a mudança dos processos físicos para digitais. Além dos cursos na ESA para capacitar os profissionais para a mudança, os funcionários da TI auxiliavam todos os advogados que entravam em contato e relatavam suas dificuldades, sendo que alguns até levaram seu computador na Ordem ou solicitaram a presença do técnico em seu escritório. Atendemos todas as solicitações.

Sala de Justiça – Como ajudar os jovens advogados ou advogados em situação de dificuldade financeira a exercer o seu trabalho? E como incluir os advogados com mais anos de experiência no ambiente mais tecnológico?

Giselle Marques

O meu compromisso como pré-candidata à presidência da OAB-MS é lutar para suspender a obrigatoriedade de pagamento da anuidade até o jovem advogado completar cinco anos de inscrição. Era assim na época em que me formei. Quero que a jovem advocacia tenha as mesmas condições que tive de inclusão no mercado de trabalho. Nem isso atualmente a OAB proporciona. Pretendo criar um “Banco de Empregos na OAB MS”, auxiliando o fluxo de informações entre quem necessita de mão de obra e quem precisa de trabalho na área.  Vamos instituir benefícios aos escritórios e empresas que desenvolvem trabalho jurídico e cumprem com o piso salarial e a valorização profissional do jovem advogado, através do desconto progressivo na anuidade do escritório, e da criação do prêmio “SELO DE INCENTIVO À JOVEM ADVOCACIA”. Vamos incentivar e convencer, mas também fiscalizar o pagamento de salário inferior ao piso de advogadas e advogados.

(Inclusão digital). Instituindo nas salas da OAB dos fóruns e na sede da OAB MS um serviço permanente de inclusão digital e assistência tecnológica voltada para os advogados idosos, com atendimento presencial (seguindo os protocolos de biossegurança), virtual e por telefone. Além disso, vamos atuar junto aos tribunais reivindicando a padronização dos sistemas e programas utilizados. Hoje, são muitos sistemas: o TJ MS usa o e-saj; a justiça do trabalho, o PJE; advogados que atuam na execução penal, são obrigados a utilizar o SEEU. Em meio a tudo isso, os honorários advocatícios estão a cada dia mais aviltados. Por isso, vamos realizar uma grande campanha de esclarecimento quanto aos custos da advocacia, visando valorizar o profissional e padronizar a prática da TABELA DE HONORÁRIOS, enquanto “honorários mínimos”, abaixo dos quais a advocacia se inviabiliza. Toda a advocacia será beneficiada nesse processo, inclusive os mais idosos.

Luís Claudio Bito

Já tivemos vários cursos e treinamentos sobre utilização das plataformas e-saj e PJE, de modo que penso que esse é o caminho, expandir a entrega de conhecimento tecnológico diretamente aos colegas, da forma mais efetiva e democrática possível.

Rachel Magrini

O período pandêmico agravou a situação dos novos advogados, que, embora possuam grande facilidade no manuseio tecnológico, muitos não têm condições financeiras de sequer adquirir os instrumentos necessários para o exercício da advocacia moderna, a exemplo de computadores, câmeras, softwares jurídicos etc.  Uma ótima ação, seria a OAB/MS oferecer linhas de crédito com condições especiais e carências diferenciadas, visando minimizar os impactos financeiros da pandemia.

A inclusão digital dos advogados idosos é uma necessidade recorrente, mas que precisa ser apressada em razão da pandemia. A OAB tem o dever de capacitar esses advogados para operar todos os sistemas de processo eletrônico existentes, que lhe garantam autonomia e o pleno exercício da advocacia.

As eleições para o próximo triênio da OAB/MS ocorrem em novembro deste ano, ainda sem data definida.

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Projeto de lei irá ampliar atuação de advogados em MS

Servidores estaduais poderão ser punidos com suspensão de até 30 dias se desrespeitarem advogados no exercício da função. Grupo de advogados mobiliza deputados estaduais do Estado para que seja apresentado um projeto de lei que prevê punições a servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário que violarem as prerrogativas da advocacia de Mato Grosso do Sul.

A advogada Rachel Magrini Sanches esteve no gabinete do deputado João Henrique Catan (PL), nesta segunda-feira (18), com um grupo de advogados para apresentar o requerimento solicitando que o projeto seja apresentado.

“Em Santa Catarina foi aprovada uma lei semelhante, que protege não apenas as prerrogativas dos advogados, mas a própria cidadania”, defende a advogada. A lei, se aprova, torna delito funcional a violação de prerrogativas da advocacia durante sua atuação por servidores estaduais.

Como exemplo de onde a lei pode ser aplicada, se trata de negar acesso a processos, negar atendimento de autoridade pública ao advogado e impedir que este tenha contato com um cliente detido, por exemplo.
Defensor do cumprimento irrestrito das prerrogativas já estabelecidas por lei aos advogados, o deputado – e advogado – João Henrique (PL) analisará o pedido. “Trata-se, ainda, de algo embrionário e que merecerá nossa atenção para análise”, disse.

“O advogado representa a população perante à Justiça e deve ter garantido seus direitos em todas as esferas de Poder”, explica Rachel.

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Em reunião com prefeito, deputado Eduardo Rocha confirma R$ 200 mil para a Saúde de Costa Rica

O município de Costa Rica vai receber R$ 200 mil para o atendimento e custeio da Saúde em meio à pandemia da Covid-19. O compromisso foi firmado pelo o deputado estadual e vice-presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Rocha (MDB), em reunião com prefeito delegado Cleverson (PP), nesta quinta-feira (20), em Campo Grande. Também participou da reunião o secretário de governo, Airton Pereira. 

“O deputado Eduardo Rocha é um grande parceiro de Costa Rica e tem trabalhado junto com a nossa gestão na Prefeitura para o crescimento do município. Vamos aplicar este recurso na Saúde do município para ampliar o atendimento da população em meio à pandemia”.

Disse o Cleverson

O recurso de R$ 200 mil será repassado através de emenda parlamentar fundo a fundo. Para o deputado Eduardo Rocha, o município de Costa Rica desempenha um papel fundamental como polo da região norte do Estado de Mato Grosso do Sul, atendendo além e sua população, moradores de cidades vizinhas.

“Tenho um grande carinho por Costa Rica e pela região Norte do Estado e tenho certeza que a emenda parlamentar vai, junto com o trabalho realizado pelo prefeito delegado Cleverson no enfrentamento da Covid-19, atender a população do município”, pontuou o deputado.

Foto: Assessoria de Comunicação

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Nelsinho e Olarte respondem por contratação “verbal” de empresa de cobrança e possível rombo de R$ 5 milhões na Prefeitura

Ação milionária está praticamente parada desde 2019 quando Nelsinho assumiu cargo de senador da República

A empresa RDM – Recuperação de Créditos S/S Ltda é acusada de causar um prejuízo de quase R$ 5 milhões à Prefeitura de Campo Grande. A fraude milionária teria ocorrido na gestão do ex-prefeito, e atual senador, Nelsinho Trad (PSD) que também é réu na ação civil por improbidade administrativa ao lado de outro ex-prefeito da Capital, Gilmar Olarte (sem partido), preso por corrupção e lavagem de dinheiro.

Para a 29º Promotoria de Justiça de Campo Grande, os crimes teriam ocorrido entre os anos de 2009 e 2012, durante a gestão do então prefeito Nelsinho.

De acordo com a investigação do MPE/MS (Ministério Público Estadual), que o entendimento consta na ação 0905610-18.2017.8.12.0001, havia um acordo “verbal” e informal entre a RDM e à Prefeitura para a cobrança de contribuintes com dívida na EMHA (Empresa Municipal De Habitação).

Pelo serviço, de acordo com o MPE/MS, o município teria de repassar 10% do valor arrecadado pela autarquia a empresa, mesmo nos casos em que a RDM não teria realizado a cobrança. O montante, segundo o MPE, foi de R$ 471.169,72. Tudo isso sem licitação.

Foto rede social

A RDM também teria recebido pagamentos durante a campanha “Fique em Dia” nos anos de 2011 e 2012, mesmo vedada por contrato de receber valores decorrentes de programas de incentivo à quitação de débitos. Segundo documentos a empresa teria recebido mais de R$ 1.064 milhão.

Os pagamentos realizados pela Prefeitura e as cobranças milionárias da RDM só foram descobertos quando o ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) assumiu o Paço Municipal. O ex-prefeito suspeitou de possíveis irregularidades nas notas fiscais emitidas pela RDM e realizou denúncia ao MPE.

Foto Wikipedia

Porém, entre o período da denúncia do ex-prefeito progressista e da manifestação do MPE, Bernal foi cassado em março de 2014, assumindo a Prefeitura de Campo Grande o seu vice, Gilmar Olarte.

Mesmo com os questionamentos da administração anterior, consta no documento do MPE entregue ao Tribunal de Justiça, que Olarte determinou o pagamento integral de mais R$ 3.402.530,36 a RDM, referente as notas de prestação de serviços para a EMHA e para o Programa “Fique em Dia”.

Outro fato nebuloso sobre o contrato, é que com a quitação do débito em 6 de junho de 2014 houve a rescisão amigável do contrato entre empresa e Prefeitura. Porém, no dia 14 de julho no mesmo ano a empresa informou ao município que iria incinerar todos os documentos do seu arquivo, fato questionado pelo promotor Adriano Lobo Viana de Resende.

“É de se questionar por qual razão os responsáveis pela empresa e os agentes públicos concordaram em se livrar tão rapidamente de documentos públicos?”, indagou o promotor na denúncia.

Para o promotor há três irregularidades no contrato entre a RDM e o Executivo Municipal: os serviços prestados em favor da EMHA não tinham qualquer contrato com a empresa em questão, o que caracteriza flagrante burla à exigência legal da prévia necessidade de licitação; os serviços prestados durante programas de recuperação fiscal “Fique em Dia” seria expressamente vedado pelas disposições contidas no respectivo procedimento licitatório; e o pagamento dos valores que foram recolhidos pelos contribuintes diretamente na rede bancária, sem nenhuma interferência ou participação da empresa.

“Nota-se, quanto a este fato, a flagrante responsabilidade do então Prefeito Municipal, Nelson Trad Filho, dos Secretários Municipais José César Oliveira Estoduto e Paulo Sérgio Nahas, os quais, definitivamente, facilitaram, permitiram e concorreram para que a empresa RDM e de seus proprietários Lucyene da Silva Araújo Ferreira e Gerson Francisco de Araújo recebessem, indevidamente, pagamentos incorporados ao seus patrimônios, de bens, rendas ou verbas públicas, sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie”.

Promotor Adriano Lobo Viana de Resende

Além de Nelsinho, Olarte e da empresa RDM, são réus na ação: os ex-secretários municipais Paulo César de Matos Oliveira, José César de Oliveira Estoduto e Paulo Sérgio Nahas e os empresários Gerson Francisco de Araújo e Lucyene da Silva Araújo Ferreira.

O MPE pediu o bloquei de bens dos acusados e o ressarcimento dos R$ 4.937.915,69, além de multa.  Para a defesa dos envolvidos não houve crime.

Apesar do possível dano ao erário de R$ 5 milhões, o processo segue lento e moroso na primeira instância sem definição de julgamento do mérito. Durante o ano de 2019 e 2020, quando Nelsinho assumiu vaga de senador da República, praticamente não houve movimentação na ação e, neste ano, o único movimento no processo foi para informar sobre o falecimento em decorrência da Covid-19 de um dos réus, José César de Oliveira Estoduto, em abril.

Manifestação das defesas na ação:

Em manifestação em 2018, a defesa do atual senador Nelsinho Trad alegou que não havia motivos prosseguir com a ação e que o ex-prefeito agiu de acordo com as previsões legais e constitucionais. “Alicerçado a isso, é indubitável que não há documento acostado aos autos que demonstre o alegado pelo parquet, ou seja, de que o Requerido praticou ou teve ciência de atos ímprobos durante sua gestão enquanto Prefeito do Município de Campo Grande. Outrossim, embora à época o Requerido exercesse o cargo de Prefeito, é certo que o mesmo não teria condições de ter conhecimento de qualquer ilicitude praticada no âmbito da Prefeitura Municipal de Campo Grande, até porque, esta é dividida em secretarias, que gerenciam segmentos específicos. (…) Desta forma, o que se verifica na presente demanda é o poder do parquet de acusar indistintamente, neste caso, pelo simples fato do Requerido ter sido Prefeito à época, imputando-o a vedada responsabilidade objetiva, pois, repita-se, para configuração de ato de improbidade administrativa, é obrigatório se faça acompanhar das provas que demonstram ter agido o agente público, com vontade livre e consciente de buscar o resultado sabidamente ilícito, ou seja, é necessário que a acusação venha acompanhada da prova de existência de dolo na ação ou omissão do agente”, afirmou a defesa.

“Frisa-se que o nome de Paulo é mencionado apenas nessas duas ocasiões como sendo ‘anuente’ de um suposto contrato verbal firmado entre os Secretários da SEPLANFIC e SEMRE. Porém, ao analisar os autos do inquérito civil acostado, não se vislumbra nenhuma prova das acusações feitas ao ex-diretor, não há nenhum documento assinado pelo Requerido autorizando o serviço da RDM, não há nenhuma ordem de serviço emanada pelo diretor (…). Entretanto, por todos os ângulos em que se possa avaliar a questão em debate, não há como caracterizar a prática dos aludidos atos de improbidade pelo Requerido, mesmo porque falta o elemento caracterizador, qual seja, o dolo, a vontade livre e consciente de cometer os ilícitos”, alegou a defesa de Paulo César de Matos Oliveira.

Já a defesa de Paulo Sérgio Nahas afirmou que, “Como dito, no presente caso concreto, o Requerido não era o responsável pela fase de liquidação – conferir se o prestador de serviço cumpriu, e em que extensão, sua obrigação contratual – razão pela qual não se pode atribuir àquele qualquer responsabilidade por, eventualmente, ter havido supostos pagamentos indevidos”.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos outros réus.

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Projeto de prevenção à corrupção que teve apoio da OAB/MS e Rede de Controle do Estado dá origem a programa nacional

Projeto de prevenção à corrupção, que contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), deu origem a um programa nacional, que será lançado nesta quinta-feira (20).

O Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), adotado pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), é voltado a todos os gestores das organizações públicas (das três esferas de governo e dos três poderes em todos os estados da federação) e tem por objetivo reduzir os níveis de fraude e corrupção no Brasil a patamares similares aos de países desenvolvidos.

Presidente da Comissão de Transparência e Probidade Pública (CTPP), o Advogado Erickson Carlos Lagoin explica que o projeto-piloto nasceu em Mato Grosso do Sul, por meio do colegiado formado pela Rede de Controle da Gestão Pública, da qual a OAB/MS faz parte desde o ano de 2019. “Para nós é motivo de orgulho ter o nosso trabalho reconhecido e sendo espelho na criação deste programa nacional. A iniciativa é muito importante no enfrentamento a esse problema crônico no país e que causa graves consequências sociais e econômicas para a sociedade”, destaca Erickson.

Por meio de uma plataforma de autosserviço on-line contínua, o gestor terá a oportunidade de avaliar sua instituição, descobrindo previamente os pontos mais vulneráveis e suscetíveis a falhas. A partir desse diagnóstico, ele terá acesso a um plano de ação específico que apresentará sugestões e propostas adequadas às necessidades da sua entidade.

O Programa oferece, ainda, orientações, treinamentos, modelos e dispõe de parcerias com órgãos e entidades públicas e privadas para implantação dos mecanismos de controle à corrupção. Voltado aos gestores públicos de todo o País, o Programa disponibiliza ferramentas de autoavaliação, orientações e treinamentos para implantação de boas práticas de controle e prevenção à corrupção.

Para participar da cerimônia online de lançamento basta se inscrever clicando aqui. A transmissão será feita pelo canal do TCU no Youtube.

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OAB/MS recebe novos profissionais em solenidade de compromisso

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), recebeu seis novos profissionais em solenidade de compromisso realizada na manhã desta segunda-feira (17).

Foram entregues três carteiras de advogado (a) e três de estagiário. O ato solene foi conduzido pelo Presidente Mansour Elias Karmouche ao lado do Vice-Presidente Designado Walfrido Azambuja Júnior, Presidente do Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da Seccional e Presidente do Colégio Nacional dos Presidentes de TEDs Marta do Carmo Taques, Conselheiro Federal e Vice-Diretor da Escola Superior da Advocacia (ESA) Nacional Luis Cláudio Bito Pereira, Presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAAMS) José Armando Amado e da Secretária-Geral Adjunta Janaina Pouso.

Mansour saudou todos os bacharéis e os parabenizou. “Desejamos muito êxito nesta nova carreira, sempre envolta de muitos desafios e também muito gratificante. Devemos ter sempre respeito, educação e cortesia com todos os nossos colegas que igualmente se dedicam na defesa intransigente do estado democratico de direito e da sociedade. A advocacia é uma das profissões mais nobres que temos, dediquem-se a ela”.

O Vice-Presidente Designado Walfrido Azambuja Júnior apresentou benefícios que passam a estar à disposição dos jovens advogados e estagiários. “Temos a nossa Caixa de Assistência que oferece diversos serviços como: atendimento odontológico, plano de saúde, farmácia além de um convênio com o banco BRB que disponibiliza cartão de crédito com sistema de cashback para o pagamento da anuidade. Contamos também com a nossa Escola Superior de Advocacia que nessa pandemia tem contribuído com o ensino jurídico por meio de eventos virtuais e temos espaços coworkings que podem ser utilizados gratuitamente”.

Ao fazer uso da palavra, o Presidente da CAAMS José Armando avisou a todos que no dia 25 de maio haverá a repescagem da vacinação contra a Influenza. “Essa é uma nova oportunidade que decidimos importante para quem não conseguiu se vacinar na primeira etapa de imunização. Quem não se vacinou pode vir. Para os profissionais da advocacia a dose é gratuita e seus dependentes se vacinam pelo valor de R$ 85”, comunicou.

Após o juramento, receberam a carteira de advogado (a): Anna Claudia Santana Corrêa da Silva, Fabrine Torres Bassi e Tárik Muhamad Suleiman. Estagiário: Daivd Luiz Espinola Benites, Lucas Almeida Duarte Primo e Matheus Davalo Albuquerque.

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Com condições facilitadas, contribuinte tem até 30 de junho para pagar IPTU, ISS, alvarás e outros débitos com a Prefeitura

Contribuintes que possuem dívidas atrasadas de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ISS (Imposto Sobre Serviços), alvarás e outros débitos com a Prefeitura de Costa Rica, têm até 30 de junho para aderir ao PPI (Programa de Pagamento Incentivado) e quitar as contas com condições facilitadas. Elaborado pelo Executivo Municipal e aprovado pela Câmara de Vereadores, o programa foi instituído pela lei nº 1.590 de 12 de abril de 2021.

Segundo a lei, os débitos abrangidos pelo PPI 2021 poderão ser liquidados mediante a pagamento integral, à vista, com redução de 70% dos juros, da multa e da correção monetária; ou pagamento parcelado, em até oito prestações mensais e sucessivas, com redução de 60% dos juros, da multa e da correção monetária.

A adesão ao PPI 2021 fica condicionada ao pagamento do valor integral à vista ou da primeira prestação, de acordo com a modalidade adotada, que deverá ocorrer em até 15 dias da data do requerimento.

Ainda conforme a lei, na hipótese de opção pelo pagamento parcelado, o vencimento da última parcela não pode ultrapassar o exercício de 2021, ficando o número de parcelas condicionado a esse limite. O valor mínimo das prestações será de R$ 100 para pessoa física e de R$ 150 para pessoa jurídica, com acréscimo de 1% de juros ao mês por prestação.  

Vale ressaltar que o PPI 2021 não abrange os débitos relativos a infrações à legislação de trânsito, nem de natureza contratual ou que já tenham sido negociados através de programas de recuperação fiscal anteriores.

Para maiores informações sobre o PPI 2021, o contribuinte deve procurar a Subsecretaria de Receita e Controle do Poder Executivo, localizada no Paço Municipal, ou pelos telefones 3247-7043 e 3247-7044.

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Costa Rica 41 anos: Município cria Memorial das Vítimas de Covid-19 no Parque Ecológico

Ao completar 41 anos nesta quarta-feira (12), o Município de Costa Rica criou o Memorial das Vítimas de Covid-19 no Parque Ecológico Municipal Vilibaldo Rodrigues Barbosa. Foram plantadas 51 mudas de Ipês branco com uma placa homenageando cada uma das vítimas fatais da doença.

O ato simbólico foi fechado ao grande público, seguindo todas as medidas de biossegurança contra a proliferação da doença, e transmitido ao vivo pela página oficial do Município de Costa Rica no Facebook com a participação de intérpretes de libras.

“Costa Rica está enlutada e sensibilizada com as perdas de entes queridos ocorridas em 51 famílias de nosso município, sem mencionar o número de mortes no Estado e no país. Hoje estamos aqui plantando estas mudas e soltando balões brancos com o nome de cada uma dessas vítimas, uma forma singela de homenageá-las e de externar nosso luto aos familiares”, destacou o prefeito Cleverson Alves dos Santos.

Ainda em seu discurso, o prefeito ressaltou o empenho de todo Poder Público, profissionais da saúde e demais servidores neste período de pandemia. “Hoje poderia ser um dia de comemoração para o povo de Costa Rica, pelos 41 anos de emancipação político-administrativa da cidade, mas a pandemia tem desafiado a ciência e pesquisadores, que buscam incessantemente uma solução para essa tragédia que insiste dizimando a vida de amigos e familiares. A Secretaria de Saúde e todo o Poder Público de Costa Rica não tem poupado esforços para solucionar os pequenos e grandes problemas enfrentados pelos profissionais de saúde e de todas as áreas no atendimento 24 horas, além da assistência acirrada nas Unidades de Saúde em relação a vacinação” relembrou o gestor.

Em nome do legislativo, a vereadora e vice-presidente da Câmara Municipal, professora Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral, recordou a importância de homens e mulheres que contribuíram para a construção do município de Costa Rica e se solidarizou com as vítimas da Covid-19.

“Aniversário é data para se comemorar e hoje Costa Rica completa 41 anos de emancipação político-administrativa. Nós com certeza temos muito o que comemorar, pois muitas pessoas contribuíram para que essa história acontecesse, para que Costa Rica esteja hoje da forma que está e eu sou feliz por fazer parte da história deste município. E hoje diante desta homenagem, é possível mostrar que o número de vítimas é mais que um índice, são pessoas que também fazem parte desta história, que deixaram para trás seus familiares e nós sentimos essa dor, lembrando deles com muito carinho e respeito” destacou a vereadora.

Na oportunidade, o prefeito acompanhado do vice, Roni Cota, vereadores e secretários municipais, plantou o Ipê homenageando Janaína Rainho Rodrigues, que morreu em decorrência da doença no dia 22 de março deste ano.

Representando o legislativo municipal, o vereador Adair Thiago de Oliveira plantou a muda em homenagem ao também parlamentar, Antônio Rodrigues, esposo da advogada, que morreu no dia 1º de abril.

Ao som da Banda Municipal Laerte Souza da Costa, os representantes do executivo e legislativo municipal soltaram balões brancos com o nome de cada vítima.

Também participaram do ato simbólico os vereadores Averaldo Barbosa da Costa, Juvenaldo Francisco dos Santos, Ailton Martins de Amorim, Alecksander da Silva Pimenta, Lucas Lazaro, Rayner Moraes Santos, Rosângela Marçal, Everaldo Pereira dos Santos, Evaldo Paulino,  os secretários municipais Uriel Carvalho de Oliveira, Evair Nogueira, Arthur Baird, Suellen Guimarães, Jesus Baird, Maria Barbosa, Airton Ruiz, Penides Garcia, subsecretários, Anivaldo Martins de Souza, Reinaldo Almeida, Roberto Paes, Angélica Moraes Clemente e Fernando Barbosa Martins e imprensa local.

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Costa Rica 41 anos: Executivo e Legislativo homenageiam compositoras do Hino Municipal

A noite desta segunda-feira (10) foi marcada por homenagens às compositoras do Hino Municipal de Costa Rica, professoras Ruth Gonçalves Oliveira, autora da letra, e Ivonete Corrêa Gomes Carvalho, autora da música. A iniciativa foi realizada pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Turismo, Meio Ambiente, Esporte e Cultura, e pela Câmara de Vereadores, no Museu Interativo Nelson Silva Soares, e faz parte da programação de aniversário de 41 anos de emancipação político-administrativa de Costa Rica, celebrado nesta quarta-feira (12). 

Na oportunidade, a Banda Municipal Laerte Souza da Costa tocou o hino, seguido de homenagens feitas pelo prefeito, Cleverson Alves dos Santos, o vice-prefeito Roni Cota, e pelos vereadores Averaldo Barbosa da Costa, Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral, Juvenal Francisco dos Santos, Ailton Amorin, Evaldo Paulino, Rosângela Marçal e Adair Thiago de Oliveira. Os parlamentares entregaram Moção de Reconhecimento às homenageadas.

“Como é bom ter vocês e ter a oportunidade de homenageá-las pela execução do nosso hino. Não se fala de Educação em Costa Rica sem mencionar as professoras Ruth e Ivonete. Elas fazem parte da história da nossa cidade tanto no âmbito educacional como cultural, social e político, fazem parte do desenvolvimento de Costa Rica” destacou o presidente da Câmara Municipal, Averaldo Barbosa.

O prefeito Cleverson, destacou a importância da valorização de todos educadores e do legado deixado por cada um deles.

 “Eu me lembro da minha primeira professora e do meu primeiro dia de aula. Fui um garoto criado sem pai, na roça que achava a escola um lugar mágico e foi através da educação que encontrei as oportunidades da vida. Essa homenagem singela que estamos fazendo hoje para as senhoras professoras é o mínimo que podemos fazer, em um país que ainda não aprendeu que um dos maiores patrimônios que existe no mundo é a educação. Além de contribuir com a educação da nossa cidade, vocês deixam o seu legado que é o Hino de Costa Rica, um lugar que realmente é de um povo forte, que acolhe quem vem de fora, como eu que sou nordestino”, comentou o gestor.

Por fim, as homenageadas se uniram ao som da banda e cantaram o hino, emocionando a todos os presentes. “Diante do cenário em que vivemos, em meio a tantas mortes, receber uma homenagem em vida é muito gratificante”, frisou professora Ruth. 

Para Ivonete deixar o hino como legado é uma grande honra. ” A gente se sente orgulhosa de ter conseguido. Foi uma benção de Deus criar este hino e é uma emoção muito grande receber essa homenagem, nos deixa honradas”, comentou ela. 

Conforme a diretora de cultura, Jacy de Pina Bulhões Rodi, a iniciativa vai integrar o Patrimônio Cultural Imaterial de Costa Rica no Museu Interativo do município.

Histórico do Hino de Costa Rica

Quando as professoras, Ruth Gonçalves Oliveira e Ivonete Corrêa Gomes Carvalho, se reuniam na escola cogitavam brincando em fazer um hino para Costa Rica, já que até aquele momento ele ainda não existia.

Da brincadeira surgiu a vontade, foi quando a professora Ruth fez a letra e entregou-a à professora Ivonete para que a adaptasse em uma composição musical. Foram dias de inspiração até conseguir a almejada partitura.

No primeiro momento, a própria compositora sentiu-se insegura quanto à apreciação do povo costarriquense. Mas, numa comemoração escolar, solicitou à regente de espanhol na época, professora Gisnai para que cantasse o hino, acompanhada ao teclado com Samuel Rego e o hino foi bastante aplaudido.

O Hino Municipal de Costa rica foi instituído pela Lei Municipal nº 334/96, de 22 de novembro de 1996. Em 2003 o hino foi gravado em CD e atualmente é cantado não só nas escolas, mas em todos os setores públicos que envolvem civismo, cidadania e patriotismo. A simplicidade de sua letra foi para facilitar a sua assimilação desde as crianças da Educação Infantil até acadêmicos de Curso Superior e ser um legado patrimonial de todo o povo costarriquense.

O Hino fala de nossos pioneiros, homens que enfrentaram o sertão, estradas péssimas, mas fizeram alguma coisa aqui que despertou a atenção ou curiosidade de goianos, mineiros e mato-grossenses.

Temos água em abundância, clima tropical, admirável flora e fauna, mas o cartão postal de Costa Rica é, sem dúvida nenhuma, o Salto Majestoso do Rio Sucuriú que fascina os olhos de quem o visita. Costa Rica, Capital Estadual do Algodão, é uma atração turística com suas belas nascentes e povo hospitaleiro e acolhedor.

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Comissão da OAB/MS participa de reunião do Conselho Municipal de Segurança

A Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), participou, na última sexta-feira (8), de reunião na Câmara Municipal de Campo Grande, para discutir políticas de segurança pública. 

Entre os principais assuntos da reunião, convocada pela Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social e pelo Conselho Municipal de Segurança Pública, o Plano Municipal de Segurança Pública, aprovado em 2017 na Casa de Leis.

A Presidente da Comissão, Procuradora do Estado Claudia Paniago, que tem assento no Conselho Municipal de Segurança representando a OAB/MS destacou, em sua fala, a importância do debate. “Essas informações nos permitem construir políticas públicas que vão ao anseio da população. É um trabalho relevante, difícil, e muitas vezes os conselheiros não são reconhecidos pelo empenho. Eles se importam e trabalham muito. Esse trabalho tem frutos. No gabinete, não conseguiria ter informações suficientes para colaborar com projetos de política pública que represente a necessidade do município”.

O Secretário Municipal de Segurança e Defesa Social, Valério Azambuja apresentou Plano de Segurança na reunião, que contou com a coordenação do Presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública da Câmara Municipal, Vereador Tiago Vargas, e presença dos Vereadores Coronel Alírio Villasanti e Silvio Pitu, bem como outros representantes da área.

Criado pela Lei Municipal Lei n. 6.079, de 28 de agosto de 2018, o Conselho do município de Campo Grande tem caráter consultivo e opinativo, com a finalidade de reunir os inúmeros segmentos da sociedade para, na área de segurança pública, assessorar o Poder Público e cooperar com a elaboração de políticas de prevenção a violência e a criminalidade.

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