23 de junho de 2021

Município troca brinquedos do playground da Praça Central e instala 20 bancos de madeira no Parque Ecológico

O Município de Costa Rica por intermédio da Secretaria de Administração, Finanças, Planejamento, Receita e Controle trocou os brinquedos do playground da praça central Manuel Romualdo Gonçalves e instalou 20 bancos de madeira no Parque Ecológico Vilibaldo Rodrigues Barbosa.

Os brinquedos são capazes de motivar as crianças a agir socialmente, ajudando umas às outras na diversão e aprendizado, nesse sentido, o significado do brincar vai além da diversão em si, significa aprender a resolver problemas, tomar decisões, explorar, negociar e conseguir se expressar de forma legitima através de situações que são relevantes e muito significativas.

 Já a instalação de bancos no parque público visa atender demanda de utentes que desfrutam do ambiente em horários de lazer.

“A praça central da Cidade já possuía um parque infantil, mas estava com os equipamentos danificados oferecendo riscos de acidentes às crianças. O parque é de extrema importância para nossa cidade, além de enfeitar a praça central é uma das únicas opções de lazer para as nossas crianças. Visando proporcionar melhores condições de vida e segurança, nada mais justo que instalar os novos brinquedos no parquinho de diversão, mais equipado para nossas crianças”, comenta o prefeito de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos.

O secretário da pasta, Uriel Carvalho de Oliveira, explicou que os brinquedos do parque eram antigos, malconservados e muitos estavam danificados, podendo causar algum acidente às crianças.

“Ressalto que os brinquedos favorecem o desenvolvimento de habilidades motoras, permitindo à criança ir descobrindo a dimensão das suas capacidades reais, ao mesmo tempo em que vai permitir o aperfeiçoamento das habilidades sociais e a comunicação. A instalação de novos brinquedos e manutenção desse espaço público vai proporcionar diversão às crianças e tranquilidade aos pais”, finalizou Uriel.

Ainda conforme o secretário, os antigos brinquedos serão reformados e instalados em outra praça da cidade.

O playground é composto por:

09 torres com coberturas

01 torre sem cobertura

02 escorregadores reto em fibra de 2,50m

01 escorregador duplo

02 rampas de corda de nó

02 escadas de acesso com 07 degraus cada uma

02 passarelas curvas positivas

02 balanços com 02 assentos cada um

04 rampas de – tipo escalada

03 tubos retos de 1,60m X 0,80m de diâmetro

02 passarelas ripadas de 2,00m X 0,75m

01 tobogã

01 ponte pênsil

01 escorregador caracol – com deck auxiliar

01 escorregador curvo

01 descida de bombeiro + casqueiros

01 passarela de corda de 2,80m X 0,70m

01 torre sextavada de 4,00m X 4,00m – com cobertura

02 fechamento de proteção da torre sextava

01 conjunto de trapézio e argolas

01 coqueiro decorativo

01 escada em roliços com pega-mão

02 gira-giras de 1,70m de diâmetro e seis lugares cada um

04 pranchas de gangorras

02 cavalinhos de molas

01 baby balanço ref: – P – 57 com 04 lugares

01 balanço de 03 lugares

08 fechamentos de proteção – das torres menores

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Presidente da OAB/MS debate precificação de serviços advocatícios em painel na Conferência da Jovem Advocacia

O Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), Mansour Elias Karmouche participou de painel da 3ª Conferência Nacional da Jovem Advocacia, na manhã desta quarta-feira (23). Ele fez considerações sobre a precificação de serviços advocatícios e a importância de seguir uma tabela de honorários no início de carreira. 

Karmouche foi o primeiro palestrante do Painel 14, moderado pelo membro das Comissões de Processo Civil, Direito de Família e de Mediação e Conciliação da OAB/MS, Rhauanni Nattielli da Rocha Gaite Pereira. 

Ele começou agradecendo o convite da Presidente da Comissão da Jovem Advocacia Janine Delgado e a participação no evento. Em sua fala fez uma relação entre a precificação de serviços advocatícios e a tabela de honorários. “Um dos temas mais complexos da profissão. O início da carreira, talvez, seja o momento de mais dúvidas, inclusive nos valores. Embora evite-se falar de características mercantilistas, hoje, não podemos fechar os olhos, a advocacia é uma empresa e precisamos sim conversar sobre a precificação. Por isso, a importância da tabela de honorários, muito embora não tenha força vinculativa, obrigatória, traz um parâmetro”. 

Sobre valores diferenciados, Karmouche ressaltou o combate ao aviltamento e a maior segurança nas cobranças. “O advogado é o primeiro juiz da causa, ele sabe se tem probabilidade de ter êxito ou não e quanto tempo demora o processo. Com a experiência ao longo do tempo, os advogados se tornam especialistas e por vezes cobram um preço diferenciado, até para garantir o seu serviço. Mas, no início de carreira é importante seguir esses parâmetros mínimos, para que não haja uma competição acirrada no mercado. Não deixar o valor lá embaixo e uma disputa grande, levando a uma distorção de valores. É preciso observar a tabela para não prejudicar toda a classe”. 

A Professora de Graduação e Pós-Graduação Fabiola Ferreira Amorim falou sobre a necessidade de bem distribuir a precificação e as variáveis na hora de cobrar honorários. “No início de carreira, o profissional ainda não tem segurança e a credibilidade de cobrar um valor maior. Advogado é vendedor. O fator decisivo para a contratação é a segurança e empatia. A precificação também é experiência, como bem disse o Doutor Mansour, porque com o tempo você sabe quais as Varas mais céleres, quais os magistrados, como funciona a máquina da justiça, que por vezes não é isonômica. Não se cobra uma precificação sem ser condizente sobre a fase processual. Quanto mais se conhece os procedimentos e quanto mais delimitado o contrato de trabalho, melhor é a precificação”. 

O Presidente da Comissão da Jovem Advocacia da OAB/MG e Defensor Dativo do TED/MG, Paulo Henrique Oliveira parabenizou os colegas pelas apresentações e pontuou as diferenças das espécies de honorários, contratuais, de êxito, sucumbenciais, e das técnicas de cobranças. “Cada área tem a sua especificidade de cobrança. Não há um padrão. Normalmente, na Justiça do Trabalho, por exemplo, cobram-se pelo êxito. Em empresarial já é diferente, costumam pagar um valor fixo por processo. Também há possibilidade de escalonamento de honorários, em contratos maiores, como ação de usucapião. Por isso, a importância de explicar especificamente o contrato ao cliente e se tiver dúvidas converse com um colega da área”. 

Rhauanni Nattielli da Rocha Gaite Pereira agradeceu a participação de todos, o debate e as importantes considerações da mesa aos jovens advogados.

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