17 de maio de 2021

Vice-prefeito, vereadores e secretários recebem deputado Márcio Fernandes para mutirão no Castramóvel

Na última sexta-feira (14) o vice-prefeito Roni Cota, acompanhado de vereadores e secretários municipais, recebeu o deputado estadual Márcio Fernandes para um mutirão da Unidade Móvel de Castração de Cães e Gatos (Castramóvel) realizado na Vila Nunes, em Costa Rica.

“O deputado veio somar forças com a gente neste mutirão de castração de cães e gatos, que é uma questão de saúde pública. Estamos reiniciando este trabalho depois de um tempo parado por conta da pandemia porque acreditamos muito nesta causa e assim que a demanda dos bairros diminuir vamos levar o Castramóvel para as comunidades rurais de Costa Rica” afirmou o vice-prefeito.

Nelci Alves da Silva fez questão de levar o gatinho de estimação para ser castrado durante o mutirão. “Dentre tantos animais o meu Eduardo foi escolhido para ser castrado pelo deputado, isso me deixa lisonjeada. Quero agradecer toda equipe do Castramóvel, fui muito bem atendida e também ao doutor Márcio Fernandes pelo apoio que está dando a Costa Rica e cidades vizinhas através desta ação”, destacou ela.  

Para o secretário municipal de Saúde, Jesus Baird, a ação pioneira do deputado beneficia os municípios e tem demonstrado eficiência.  “Esse trabalho desenvolvido pelo Márcio Fernandes através do Castramóvel ajuda a divulgar a importância da castração dos animais, pois muitas pessoas não percebem o valor social que essa ação tem para a comunidade, é algo que impede a disseminação de doenças, a proliferação desordenada e consequentemente o abandono destes animais domésticos. Costa Rica está de portas abertas para os parlamentares que queiram firmar parcerias em benefício da nossa população”, afirmou Baird.

Pioneiro na destinação de emendas para a compra de Castramóvel, o deputado destacou a importância de estar em Costa Rica, a quarta cidade de Mato Grosso do Sul que ativa o mutirão da castração.

“Estou feliz por estar em Costa Rica a convite do prefeito Cleverson Alves e ser tão bem recebido pelo vice-prefeito, vereadores e secretários municipais. Tenho a honra de ser o autor deste projeto, que esse ano alcança 69 municípios do Estado, sendo considerado o maior programa de castração do Brasil”, ressaltou o parlamentar.

Na oportunidade, o deputado também atendeu as idealizadoras do projeto Bicho sem dono CR, Agélica Burati e Débora Colombelli, que ajudam e até resgatam animais em situação de abandono em Costa Rica. Sensibilizado com o trabalho desenvolvido por elas, o deputado contribuiu para legalizar a associação.  

Até agora, o deputado já destinou mais de R$ 280 mil em emendas que colaboraram com a qualidade de vida da população, sendo destinado para compra de ambulância e custeio da cidade.

Também estiveram presentes no mutirão os vereadores Jovenaldo Francisco dos Santos, Ailton Martins de Amorim, Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral, Alecksandrer da Silva Pimenta, Adair Thiago de Oliveira, Evaldo Paulino, Rosângela Marçal, Everaldo Pereira dos Santos; os secretários municipais Uriel Carvalho de Oliveira, Suelen Guimarães Furquim, Maria Barbosa, os subsecretários Reinaldo de Almeida Valim, Roberto Paes Barbosa,  Fernando Barbosa Martins; a coordenadora de Vigilância em Saúde, Laura Viviane de Oliveira Gomes Rodrigues e o médico veterinário do Castramóvel do Município, Daniel Maxymilliano De Almeida. 

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Ministro concede HC para que Pazuello possa permanecer em silêncio na CPI

Lewandowski ressaltou a compulsoriedade do comparecimento e a obrigação de não faltar com a verdade em relação às perguntas que envolvam fatos e condutas relativas a terceiros.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, concedeu parcialmente a ordem no Habeas Corpus (HC) 201912 para garantir ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello o direito a não responder perguntas que possam incriminá-lo em seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Pandemia da Covid-19, marcado para a próxima quarta-feira (19). O comparecimento, no entanto, é compulsório, e o depoente não poderá faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos.

Lewandowski também autoriza que Pazuello seja assistido por advogado durante todo o depoimento e lhe garante o direito a ser inquirido com dignidade, urbanidade e respeito, sem sofrer quaisquer constrangimentos físicos ou morais, em especial ameaças de prisão ou de processo, caso esteja atuando no exercício regular dos direitos listados na decisão.

Constrangimento

No HC, a Advocacia-Geral da União (AGU) alegava que a imprensa tem divulgado declarações de membros da CPI que, caso confirmadas, “configurariam verdadeiro constrangimento ilegal, inclusive antecipando um inadequado juízo de valor sobre culpabilidade”. De acordo com a defesa, há justo receio de que ocorra, na inquirição de Pazuello, a mesma prática observada na oitiva do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, “repetidamente instado a emitir opiniões ou juízos de valor em detrimento do relato sobre fatos que deveriam ser elucidados na condição de testemunha”.

A pretensão da AGU era garantir a Pazuello o direito de responder somente às perguntas que, a seu juízo, não configurem violação à prerrogativa de ficar em silêncio nem configurem risco de produzir provas contra si mesmo e que se refiram a fatos objetivos, eximindo-o da emissão de juízos de valor ou opiniões pessoais. Pedia, ainda, que o ex-ministro fosse acompanhado de advogado, para o exercício de sua defesa técnica e que não sofresse ameaça ou constrangimento físico ou moral.

Garantias fundamentais

Ao deferir parcialmente o pedido, Lewandowski assinalou que a ampla prerrogativa de que dispõem as CPIs, apesar de sua indiscutível relevância como instrumento de fiscalização e controle da administração pública, não é absoluta, conforme diversos precedentes do STF. Seus limites são os direitos e as garantias fundamentais previstos na própria Constituição Federal, entre eles o direito de não ser preso senão em flagrante delito ou por ordem fundamentada de autoridade judicial competente, o direito de permanecer calado, como corolário da garantia contra a autoincriminação, e o direito de ser assistido por um advogado.

Comparecimento

No caso de Pazuello, Lewandowski lembrou que ele ocupou o cargo de ministro de Estado da Saúde por aproximadamente 10 meses. “Não vejo como dispensá-lo da convocação feita pelo Senado Federal para depor perante a CPI, tendo em conta a importante contribuição que poderá prestar para a elucidação dos fatos investigados”, afirmou.

Segundo o relator, o atendimento à convocação da CPI, nos termos constitucionalmente estabelecidos, é um dever, especialmente porque o ex-ministro da Saúde comparecerá na condição de testemunha. Trata-se, segundo ele, de uma obrigação imposta a todo cidadão, “e não uma mera faculdade jurídica”.

Silêncio

Por outro lado, o ministro considerou que a presença de Pazuello na comissão, ainda que na qualidade de testemunha, pode repercutir em sua esfera jurídica e causar-lhe possível dano. “Por isso, muito embora ele tenha o dever de pronunciar-se sobre os fatos e acontecimentos relativos à sua gestão, poderá valer-se do legítimo exercício do direito de manter-se silente, pois já responde a uma investigação, no âmbito criminal, quanto aos fatos que, agora, também integram o objeto da CPI”, concluiu.

Indagações

Em relação a indagações que não estejam diretamente relacionadas a Pazuello, mas que envolvam fatos e condutas relativas a terceiros, foi mantida sua obrigação de revelar tudo o que souber ou tiver ciência, podendo ser instado a assumir o compromisso de dizer a verdade.

Lewandowski rejeitou, também, o pedido de que o ex-ministro não seja compelido a dar respostas que envolvam juízo de valor. “Não compete ao Judiciário estabelecer o teor das perguntas que podem ou não ser articuladas pelos senadores integrantes da CPI”, ressaltou. “Uma determinação dessa natureza representaria uma indevida intromissão nos trabalhos parlamentares, por pressupor, de antemão, que determinados questionamentos apresentarão um viés subjetivo ou incriminador”, concluiu.

Leia a íntegra da decisão.

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OAB/MS recebe novos profissionais em solenidade de compromisso

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), recebeu seis novos profissionais em solenidade de compromisso realizada na manhã desta segunda-feira (17).

Foram entregues três carteiras de advogado (a) e três de estagiário. O ato solene foi conduzido pelo Presidente Mansour Elias Karmouche ao lado do Vice-Presidente Designado Walfrido Azambuja Júnior, Presidente do Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da Seccional e Presidente do Colégio Nacional dos Presidentes de TEDs Marta do Carmo Taques, Conselheiro Federal e Vice-Diretor da Escola Superior da Advocacia (ESA) Nacional Luis Cláudio Bito Pereira, Presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAAMS) José Armando Amado e da Secretária-Geral Adjunta Janaina Pouso.

Mansour saudou todos os bacharéis e os parabenizou. “Desejamos muito êxito nesta nova carreira, sempre envolta de muitos desafios e também muito gratificante. Devemos ter sempre respeito, educação e cortesia com todos os nossos colegas que igualmente se dedicam na defesa intransigente do estado democratico de direito e da sociedade. A advocacia é uma das profissões mais nobres que temos, dediquem-se a ela”.

O Vice-Presidente Designado Walfrido Azambuja Júnior apresentou benefícios que passam a estar à disposição dos jovens advogados e estagiários. “Temos a nossa Caixa de Assistência que oferece diversos serviços como: atendimento odontológico, plano de saúde, farmácia além de um convênio com o banco BRB que disponibiliza cartão de crédito com sistema de cashback para o pagamento da anuidade. Contamos também com a nossa Escola Superior de Advocacia que nessa pandemia tem contribuído com o ensino jurídico por meio de eventos virtuais e temos espaços coworkings que podem ser utilizados gratuitamente”.

Ao fazer uso da palavra, o Presidente da CAAMS José Armando avisou a todos que no dia 25 de maio haverá a repescagem da vacinação contra a Influenza. “Essa é uma nova oportunidade que decidimos importante para quem não conseguiu se vacinar na primeira etapa de imunização. Quem não se vacinou pode vir. Para os profissionais da advocacia a dose é gratuita e seus dependentes se vacinam pelo valor de R$ 85”, comunicou.

Após o juramento, receberam a carteira de advogado (a): Anna Claudia Santana Corrêa da Silva, Fabrine Torres Bassi e Tárik Muhamad Suleiman. Estagiário: Daivd Luiz Espinola Benites, Lucas Almeida Duarte Primo e Matheus Davalo Albuquerque.

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