29 de junho de 2021

IPTU congelado pode ser pago à vista com desconto de 8% até 31 de julho

O Município de Costa Rica, por meio da Secretária Municipal de Administração, Finanças, Planejamento, Receita e Controle, informa que o IPTU 2021 (Imposto Predial e Territorial Urbano) pode ser pago à vista com 10% de desconto até o dia 31 de julho.

A mudança estabelecida pelo decreto municipal n. 4.761/2021, de 13 de maio de 2021, e publicada na edição nº 2.894 do Diário Oficial do município, considera as restrições de circulação e funcionamento impostas à população, atividades e serviços, visando ao enfrentamento da pandemia de coronavírus, especialmente as contidas na Lei Municipal nº 1.546, de 2020, que declara situação de calamidade pública no município de Costa Rica, em virtude da situação de emergência em saúde decorrente da Covid-19.

Conforme o secretário da pasta, Uriel Carvalho de Oliveira, o contribuinte que fez a opção para pagar o imposto parcelado em cinco vezes, e pagou as duas primeiras parcelas, pode continuar utilizando o mesmo carnê emitido anteriormente, obedecendo as mesmas datas de vencimento.

O secretário explicou ainda que quem já recebeu o boleto e quiser aproveitar a extensão de prazo, deve imprimir um novo boleto do IPTU, no Paço Municipal. A opção de pagamento durante o prazo de prorrogação não ensejará a incidência de juros, multa ou correção monetária sobre o valor devido.

Confira abaixo as datas e os percentuais de desconto para o pagamento do imposto:

– Do dia 01 até o dia 31 de julho/2021, com desconto de 8% (oito por cento);

– Do dia 01 até o dia 31 de agosto de/2021, com desconto de 6% (seis por cento);

– Do dia 01 até o dia 30 de setembro/2021, com desconto de 4% (quatro por cento).

Vale ressaltar que não se aplica os descontos acima tipificados para o pagamento parcelado.

O pagamento poderá ser feito nas agências do Banco do Brasil, Sicredi, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Casas Lotéricas ou em cartão de débito no setor de arrecadação do Paço Municipal.

Mais informações no Cadastro pelos telefones 3247-7043, 3247-7039, 3247-7040 ou 3247-7097.

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Programas de crédito são atrativos para empreendedores durante a pandemia, mas especialista alerta para riscos

Empréstimo com juro baixo e facilidade no pagamento pode garantir alívio aos empresários

Medidas restritivas de combate à Covid-19, como toque de recolher, isolamento social e em alguns casos o lockdown (fechamento de cidades), tem causado insegurança aos empresários neste mais de um ano de pandemia. Empresas não conseguiram superar a crise e outras, que ainda sobrevivem, buscam meios para continuar operando em um cenário de incertezas e de dificuldades econômicas. 

A redução no faturamento tem sido uma das principais causas do fechamento das portas, em especial para os micro e pequenos empresários, e os empreendedores tem buscado auxílio em instituições financeiras para manter o capital de giro e pagar despesas e salários. Bancos públicos e privados tem apresentado programas de recuperação econômica e promoção de crédito com taxas atrativas e o próprio Governo Federal, através do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), pretende injetar bilhões em crédito para aquecer a economia.

Juros atrativos, prazo estendido e carência para o pagamento do empréstimo tem despertado o interesse dos empresários neste momento de crise, mas especialistas alertam para a cautela no momento da decisão de tomada de crédito. 

Podem adquirir empréstimos através do Pronampe: MEI (Microempreendedor Individual) com faturamento de até R$ 81 mil por ano; Microempresas com faturamento de até R$ 360 mil anuais; e Pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões. A taxa de juros segue a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e com prazo de até 48 meses para o pagamento.

O programa oferece ainda a possibilidade para a aquisição de até 30% da receita bruta anual ou, em caso de empresas com menos de um ano de atividade, 50% do capital social ou 30% da média de seu faturamento mensal. 

Para o advogado e especialista em crédito, Donato Souza, o programa oferece um alívio econômico aos empresários neste momento de crise, mas é preciso se organizar para tomar o crédito para que a ajuda não se torne uma dívida ainda maior para a empresa.

“Os efeitos da pandemia vão se prolongar por muito tempo e teremos uma legislação extremamente benéfica na concessão de crédito. O que orientamos é fazer uma análise da tomada de crédito e o custo. Porque se o empresário não se atentar para o sistema de amortização que o banco está oferecendo, ele não vai conseguir mensurar o quanto daquilo que paga por mês na parcela são juros e quanto é capital. Então, em alguns casos, sim, ele consegue fazer uma boa gestão do endividamento e pegar este novo capital de giro e transformar em recurso de geração de riqueza para a empresa.  (Em outros casos) Há empresas em que a nossa orientação é nem tomar o crédito, porque ela só vai se tornar mais endividada”, explica Souza.

Dentre as análises necessárias para a tomada de crédito, o advogado explica que é fundamental estudar as taxas de operação ofertadas por cada uma das instituições financeiras credenciadas para operar o Pronampe. 

“O Pronampe é do Governo Federal, transformado em lei. Como o banco é intermediador, ele coloca uma taxa de intermediação para captar o recurso, por exemplo, 20% da operação. O empresário tem que ficar muito atento, pois a taxa de juros do Pronampe é realmente muito atrativa se comparado com o histórico de juros no Brasil, porém, se o contrato estiver vinculado com um índice de atualização monetária muito agressivo, ele vai descaracterizar todo o benefício. Logo o tomador de crédito tem que perceber qual a taxa que o governo está cobrando, hoje, por exemplo, de 3,80%, e qual a taxa do banco intermediador e se há uma atualização monetária vinculada a este contrato. Com a Selic muito baixa, percebe-se que os bancos estão se usando de atualizações monetárias em contratos que a legislação não prevê” alerta Donato Souza.

Outra facilidade oferecida pelo Pronampe é que o crédito pode ser utilizado de acordo com a conveniência do empresário, no pagamento de salários, contas fixas, investimento e outros. Com o valor em caixa, o especialista em crédito explica que é importante pensar nas mudanças estruturais da empresa forçadas pela pandemia e em como utilizar melhor este recurso.

“O não fechamento (do negócio) depende de um olhar da viabilidade da empresa. Se a empresa tem endividamento antigo, é direito fazer a mudança por com uma taxa de juros mais barata ou até mesmo fazer uma troca de endividamento de um banco para outro, tudo isso é previsto em legislação. Por outro lado, pode pedir a redução do pagamento da parcela, pedir a suspensão pelo tempo que o laudo técnico afirmar que é necessário e, em caso extremo, pedir a rescisão do contrato sem ônus”, alerta. 

Foto: Casa Civil/Governo Federal

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SEMAD e produtores rurais de Costa Rica realizam visita técnica em fazenda de Figueirão que produz limão Taiti, mamão e mandioca

Com o objetivo de ampliar conhecimentos sobre a produção de limão Taiti, mamão e mandioca, na manhã da última sexta-feira (25) a secretária de Agricultura e Desenvolvimento, Suelem Furquim, o Subsecretário de Agricultura Fernando Barbosa, o técnico da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) Altair Luiz, acompanhados de produtores rurais de Costa Rica visitaram a Fazenda Santa Adélia, localizada em Figueirão (MS).

O grupo foi recebido pelo dono da propriedade, Elcio Alves Dias, que apresentou os detalhes da produção e da comercialização dos produtos para a CEASA/MS (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) na Capital.

“Dentro do Projeto AgroRica estamos em processo de licitação de 10 mil mudas de limão Taiti, e a busca de conhecimentos na região é de extrema importância para alcançarmos resultados positivos com a produção. Durante sua produção, o Elcio adquiriu grande experiência na comercialização dos produtos e seu conhecimento será de grande importância para o nosso projeto”, explicou a Suelen Furquim.

A visita também foi acompanhada pelo coordenador da Agraer de Figueirão, Luís Carlos Ramos.

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Comissão e Laboratório de Inovação realizam 1º treinamento sobre implementação da LGPD na OAB/MS

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor no ano passado,  alterou a rotina de muitas empresas e organizações. A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), começou as adequações desde então e agora realiza treinamentos com os colaboradores da Capital e Interior. 

Cerca de 100 colaboradores participaram, na última quinta-feira (28), do Treinamento de conscientização via Zoom, com a Presidente da Comissão de LGPD Giuliana Gattass e a Coordenadora-Geral do Laboratório de Inovação e Tecnologia da OAB/MS (Litech) Dayane Lupoli. 

O Presidente da OAB/MS Mansour Elias Karmouche fez a abertura parabenizando às colegas pela iniciativa. “Agradeço aqui a Presidente de LGPD Giuliana Gattass e a Coordenadora-Geral do Litech Dayane Lupoli pela organização deste curso e aos nossos colaboradores por participaram deste evento. Estamos iniciando, talvez de forma inédita dentre as Seccionais da OAB, neste que é um dos passos mais importantes na nossa instituição. A OAB, desde a implantação, tem lidado com os parâmetros dentro da LGPD. Os colaboradores lidam diariamente com dados sensíveis e precisam entender e saber tratar com a LGPD, para ter uma conduta cautelosa e segura diante desse novo momento”. 

O principal objetivo da LGPD é garantir o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais de todos os usuários. Por isso, a importância de adequar as práticas e políticas internas com os procedimentos, segurança da informação e proteção de dados.

A Coordenadora do Litech Dayane Lupoli trouxe informações sobre a LGPD e explicou  que  “a conscientização da equipe sobre a  responsabilidade no tratamento dos dados pessoais é importante para o sucesso do programa de proteção de dados. Iniciar pelas pessoas é estabelecer confiança e engajamento para as ações futuras” de implementação”. 

Segundo a Presidente da Comissão Giuliana Gattass, o curso oferece capacitação aos colaboradores que lidam diariamente com os dados da advocacia. “A LGPD não é  só para empresas, mas também para os escritórios de advocacia, para OAB e para todos aqueles que tratam dados com fins econômicos. Esse treinamento é de suma importância, é o primeiro passo para que a nossa OAB/MS, que já é uma referência nacional em tecnologia e inovação, seja também em proteção de dados e segurança da informação”.

As sanções da LGPD começarão a valer a partir do dia 1º de agosto de 2021.

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