3 de agosto de 2021

Em apenas 1 semana, 468 processos foram digitalizados em Campo Grande

A Coordenadoria de Apoio Administrativo e Digitalização, no intuito de tornar 100% digital o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, promoveu, somente na semana passada, a digitalização de 468 processos.
No início da segunda quinzena de julho, o presidente do Tribunal de Justiça, Des. Carlos Eduardo Contar, estipulou como meta da atual administração a conversão de todo o acervo de processos físicos em autos eletrônicos no prazo de 90 dias.
No período de 26 a 30 de julho, foram digitalizados e categorizados um total de 468 processos, sendo 140 já liberados no Sistema de Automação da Justiça (SAJ). Desse montante, 176 pertencem à 6ª Vara Cível de Campo Grande, 42 são de competência da 12ª Vara Cível da Capital, e 250 são habilitações de credores tramitando na Vara de Falência.
Importante destacar que cada processo exige uma leitura de peça por peça, página a página, para fins de categorização no meio digital. Depois, é feita uma conferência por um analista que, somente então, libera as peças no SAJ, dando definitivamente corpo ao processo digital e disponibilizando-o no novo formato, a fim de que o respectivo cartório dê continuidade aos andamentos necessários.
Saiba mais – A digitalização dos processos do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul trouxe uma grande evolução tecnológica, no entanto, mesmo que hoje todas as varas do Estado sejam digitalizadas, ainda há um resquício daqueles processos antigos que tramitavam fisicamente antes da mudança.
Na Capital, os trabalhos para digitalizar o estoque físico de ações tiveram início em 2010, quando foi criado o Núcleo de Digitalização do Fórum de Campo Grande. No ano de 2020, além de digitalizar os cartórios que ainda restavam com acervo físico em Campo Grande, a equipe estendeu as ações para as comarcas do interior do Estado.
É um trabalho cujo resultado garante uma grande melhoria na prestação jurisdicional, porém trata-se de uma tarefa minuciosa, laboriosa e que demanda bastante tempo para ser concluída, devido às condições de muitas ações antigas e de alguns processos bastante volumosos, e, até mesmo, pela especificidade da execução do trabalho.

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Aeroporto Municipal de Costa Rica passa por vistoria e pode entrar nas rotas de voos comerciais

O Aeroporto Municipal de Costa Rica passa por vistoria e pode entrar nas rotas de voos comerciais a partir da aprovação dos órgãos competentes. Na sexta-feira (30), o prefeito Cleverson Alves dos Santos, o vice-prefeito Roni Cota, o deputado federal Beto Pereira, vereadores e secretários municipais acompanharam a análise da pista para a liberação. 

De acordo com o superintendente viário e coordenador de transportes aéreos da secretária de Estado de Infraestrutura, Derick Machado de Souza, avaliou as condições de infraestrutura para credenciar o aeroporto aos voos comerciais que podem sair do município.

“Viemos conhecer as condições da infraestrutura e analisar o que precisa ser investido e, a partir daí, angariar os voos para trazer desenvolvimento ao município”, explicou.

A prefeitura de Costa Rica também enviou detalhes do Aeroporto Municipal José Antônio de Moraes para empresas de aviação no intuito de abrir parcerias para que estejam em operação brevemente. 

“Com o voo comercial saindo de Costa Rica a população poderá se conectar diretamente aos aeroportos internacionais, além de facilitar o turismo”, revela o prefeito Cleverson. “Para recebermos turistas será essencial ter um ramal direto com os grandes centros”, avalia.

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